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Patinhas à Obra: inovadores de impacto social!

Patinhas à Obra: inovadores de impacto social!

No Inovadores de Impacto, aprendemos que inovar nem sempre significa algo que envolve tecnologia; às vezes, é sobre escuta e observação ativa: foi assim que começou essa história onde inovação tem a ver com um abrigo com mais de 100 cães. 

 
Foto cedida por Ana Alice Pandolfo Salvatti

Os jovens Maria Carolina Pivotto Dal Pizzol, João Rigato Peruffo, Roberta Ribeiro, Vitória Bianchi Arrarte e Ana Alice Pandolfo Salvatti do Grupo Escoteiro Ciretama – 65/RS, do Ramo Pioneiro, reuniram o amor aos animais como pontapé inicial do projeto. 

De acordo com a jovem Maria Carolina, o interesse na insígnia veio por ser algo diferenciado, quase como um “teste”, afinal todos ficam muito focados nas próprias progressões pessoais e viram isso como uma oportunidade de unir o clã. 

 

Um ponto que fez total diferença na hora de decidir se iríamos fazer ou não foi o fato de que pelo o que havíamos lido inicialmente sobre a insígnia, não era nada voltado à uma área específica (ambiental, social, etc), era de acordo com o que tínhamos interesse. E no nosso grupo estudamos/trabalhamos em áreas totalmente diferentes, então essa era a oportunidade perfeita de juntar todas habilidades por uma causa que ficou ao nosso critério escolher. Essa liberdade para escolher a área foi uma parte super positiva, até depois quando vimos todos projetos finalizados, a diversidade de projetos foi muito legal!

Eles escolheram a ONG “Patinhas em Apuros”, localizada em Farroupilha – RS, que conta com mais de 100 cães resgatados, alguns inclusive necessitando de remédios.  

Segundo a jovem Ana Alice, antes de chegar a essa ideia, durante o brainstorming inicial até cogitaram fazer projetos como atividades para auxiliar e ensinar idosos a utilizarem aparelhos eletrônicos e meios digitais; desde o início, já queriam seguir com o foco na causa animal e ambiental com ODS voltadas à sustentabilidade, pois ela e Roberta estavam cursando o técnico em Meio Ambiente, facilitando para trabalha na área.  

Vitória conta que a escolha da ONG veio por análise de perfil no instagram:

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